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A Reciclagem no Mundo

De acordo com a Pesquisa Global de alimentação 2013 lançada pela Alltech, o mundo está produzindo 959 milhões de toneladas de ração e apresentando um crescimento de 4% no último ano.

A Alltech avaliou a produção de alimentos compostos para animais de 134 países em dezembro de 2012, por meio de informações obtidas em parceria com associações locais de alimentação. Foram realizadas visitas em mais de 26 mil fábricas de ração anualmente.

Entre os 134 países analisados, China foi mais uma vez líder na produção de alimentos com198,3 milhões de toneladas fabricadas e com uma estimativa de mais de 10.000 usinas de alimentos. De acordo com avaliações do final de 2011, os Estados Unidos e o Brasil seguem em segundo e terceiro lugares, com 168,5 milhões de toneladas de 5.251 fábricas de rações e 66 milhões de toneladas a partir de 1.237 fábricas de rações, respectivamente. No geral, 26 milhões de toneladas foi o aumento observado em países do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) no acumulado do ano.

A Ásia continua a ser número um do mundo, produzindo 356 milhões de toneladas. No entanto, a África excedeu a Ásia em crescimento percentual ao longo de 2011 aumentando a sua tonelagem em quase 19%: de 47 milhões em 2011 para 56 milhões em 2012. Globalmente, a pesquisa identificou 26.240 fábricas de rações, mais da metade na América do Norte e Europa. Estima-se que o Oriente Médio tenha o maior número de fábricas de rações, com uma média de mais de 63 mil toneladas produzidas por fábrica.

Sessenta por cento dos alimentos produzidos no mundo é peletizada, com percentagens particularmente elevadas na Europa, processo de baixo custo de produção e facilidade no manejo dos equipamentos. Porém, quando confrontada com o processo de extrusão, a peletização apresenta desvantagens em relação à digestibilidade, eliminação de organismos patogênicos e palatabilidade. Fato que contribui para a expectativa de ações a favor da evolução da competitividade dos produtos brasileiros no mercado internacional por meio da melhoria do processamento.

Quando analisado por espécie, as aves continuam a predominar com uma quota de 44 por cento do mercado de alimentação em 417,8 milhões de toneladas, provavelmente devido a preferência e sabor, bem como custos. A estimativa do crescimento é de cerca de 10 por cento em relação a 2011. Sessenta por cento da tonelagem total de alimentação é dedicado a frangos de corte, com o resto alimentando poedeiras, perus, patos e outras aves.

Aquicultura cresceu quase 16 por cento desde 2011 e o pet food representa 20,5 milhões de toneladas, 40 por cento dos quais são produzidos nos Estados Unidos, mas o Brasil continua a fazer avanços consideráveis neste setor.

A avaliação 2012 identificou um total de 26.240 fábricas de rações em todo o mundo, com a Ásia e América do Norte sendo sede de mais da metade delas.

"Ao olharmos para as demandas do futuro, principalmente a de alimentação de nove bilhões de pessoas até 2050, esses resultados da pesquisa devem gerar otimismo e determinação nas nossas indústrias de alimentação humana e animal", disse o Dr.PearseLyons, presidente da Alltech. E continou: "Nossa indústria global de alimentos enfrenta os desafios e há crescimento em todos os sentidos. Além disso, nós estamos vendo isso acontecer em importantes áreas-chave - BRIC, África, e aquicultura".

Como aderir ao projeto

O programa Brazilian Renderers é composto por Indústrias de Reciclagem Animal Brasileiras que tenham interesse, planejamento e projeção de investimento no mercado internacional, através de exportação ou internacionalização da empresa.

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Informativo

Conheça o setor no Brasil

A Reciclagem Animal é a atividade que processa as partes não comestíveis do abate as transformando em gorduras e farinhas de origem animal. Hoje o Brasil está entre os quatros maiores produtores desses produtos no mundo.

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